sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Mudaram as estações...♪




















Um de nossos melhores momentos;
Fotografando. Era mágico;
perdíamos aulas, deixávamos de fazer nossas obrigações
escolares para registrar
nossos momentos juntos.
Nada politicamente correto,
mas tudo da forma mais bonita
que podia acontecer.
Paulinha, Eu e Alice.



Engraçado como fazemos planos, e a vida nos dá caminhos totalmente diferentes, né? Foi isso que aconteceu comigo, Alice e Paulinha.

Conhecemos-nos quando estávamos no terceiro anos do ensino médio e construímos uma amizade tão inabalável, tão bonita, que chegamos a acreditar que nada e ninguém poderia nos separar.

Cada um de nós carregava características totalmente diferentes, mas que de certa forma, completava um ao outro por igual. Acreditávamos na eternidade e em tudo o que iríamos vivenciar juntos. Fazíamos planos e sonhávamos Alguns destes chegaram a se concretizar, mas a maioria ficou perdida no tempo.

Seguimos caminhos diferentes; Paulinha, a Santa, engravidou, se casou (exatamente nesta ordem), e hoje vive o seu conto de fadas que tanto queria. Por ser a mais romântica do trio, ela sempre idealizou isso pra sua vida. Às vezes conversamos ao telefone, rimos, choramos, compartilhamos problemas, mas nada como antigamente. Ela cuida da casa, do marido e de sua pequena Paloma. Fico feliz por ela. Alice, a mais sapeca, a que não tinha medo de viver e de encarar os obstáculos, voou pra mais longe; seus planos e sonhos não estavam por aqui, e ela ousou deixar para trás a vida que levava em busca de sua plena felicidade. Hoje ela está em Aracajú/SE. Está muito bem, obrigada. Já em meu caso, continuou por aqui. Não acho que minha vida tenha mudado muito. Continuo sonhando com um futuro bom, ouvindo Ana Carolina e sendo amante das palavras. Trabalho, estudo e tento viver. Continuo sozinho, talvez, ficarei pra “titio”, mas aceito essa posição feliz.

Éramos felizes. Vivemos muito, mas tínhamos que seguir em frente e a vida achou melhor nos separar. Não aceitamos isso passivamente, mas fazer o que? Maktub, “estava escrito”.




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