E eu arranquei sua presença de mim num gesto violento, como
quando algo que nos tira a paz esta por perto. Eu tirei de mim aquela sensação
de braços envolventes por não suportar mais seu desdém. Eu cultivei em você algo que jamais eu havia
semeado em ninguém, na esperança de ver algo bom brotar, mas sua vaidade não
quis o que eu lhe ofertei. Não sou o objeto que fez e desfez de sua alegria e
agora não lhe é mais útil. Não sou o pilar que você precisa para a elevação
perante aos demais. Não sou seu capacho ou degrau para você limpar os pés
quando estes estiverem atolados de coisas ruins. Seu carinho sempre queria algo
em troca, e eu não sinto assim, não sou assim. Quero que você viva sem mim, sem
o pouco que eu tenho pra lhe oferecer, mas o suficiente pra tentativa de lhe fazer
uma pessoa melhor.
Assim seja.

Eu poderia assinar esse texto e mandar, vivo isso esses dias... Amei!
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