quinta-feira, 14 de julho de 2011

E de novo, de novo, de novo...


Eu não queria sentir essa solidão maciça, mas saber que há tanta coisa acontecendo por ai, tantas pessoas vivendo as suas histórias e escrevendo suas vidas de forma impecável, eu aqui, sozinho, sem ninguém...

Nessa semana li um livro que me fez chorar horrores com o final de uma história de amor que começou de repente, a partir de uma amizade que acendeu a chama de um amor incontrolável entre duas pessoas que até então eram somente amigos, mas que conseguiram enxergar o um no outro o amor da forma mais pura e sublime que pode existir. Eu senti uma pequena ponta de inveja naqueles personagens que não existem, mas que viveram tudo aquilo que eu tanto quero viver.

É estranho, confesso, eu viver dessa forma, suspirando, esperando a pessoa que vai mudar a minha vida de uma vez por todas. Dá-me uma vontade louca de sair pelas ruas perguntando aleatoriamente ‘’é você’’, e esperar ansiosamente por um ‘’sim’’ que vai mudar a minha vida de uma vez por todas.

Um comentário:

  1. isso num é viver, é vegetar... sei bem o que é isso. num tem como explicar a gnt tenta sair, mais é pior q droga.. vicia...

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