Gosto de você. Gosto de acordar com uma ligação sua, mesmo
ficando possesso de raiva por ser muito cedo. Adoro quando você vem de
surpresa, mesmo quando eu já imaginava que você estava pra chegar. Suas palavras
de afeto me inebriam de uma paz que não tem como descrevê-la. Amo sentir
saudades de você, aquele aperto no peito juntamente com uma ansiedade louca, tendo
de fato a certeza de que tenho você pra mim e que não estou vivendo um sonho. Curto
muito sua respiração ofegante quando procuro em seu pescoço sabe-se lá o que. Os
beijos são bons, ótimos calmantes que provocam uma sede por mais e mais. Tenho tremenda
feição por seu sorriso, hora sacana, hora contente, hora fazendo o tipo
cala-a-boca-e-me-beija-logo! Não há o que se dizer das tardes em que tudo se
resume ao enlace de nossos corpos, sem pensar no tempo. O mundo para, não
existem preocupações nem cobranças, apenas paixão. As vezes acontecem certos
deslizes, palavras que não soam bem, mas nada que um abraço apertado e palavras
do tipo “me perdoe” não resolvam. E assim meio torto, meio sem jeito,
desengonçado, a gente vai escrevendo nossa história. Nada num reino encantado
com grilos cantantes nem com sinos a badalar, mas com intensidade e
reciprocidade, que é fundamental para que tudo corra bem. Vamos escrevendo
linha por linha, sem pressa, para que lá na frente possamos saber que correu
tudo bem, graças a nós.
E assim seja,
Amor.

Caramba, meu que mara seu texto.Eu não tinha ideia que você tinha um blog. Amei, sempre que puder vou acompanhar ele,pq tudo oq vc escreve parece ser perfeito.. amei a forma como você descreveu o amor.. esse sentimento de aeperto no peito juntamente com ua anciendade louca. PARABÉNS pelo Dom.
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